terça-feira, 31 de julho de 2018

Aprenda a calibrar o monitor do PC para ter cores mais precisas

Você pode não perceber, mas os monitores dos computadores ou notebooks podem apresentar cores que nem sempre são fiéis à imagem original. Para corrigir este problema, é necessário fazer uma calibragem da tela no próprio Windows. Saiba como realizá-la com este vídeo que nós preparamos!

O primeiro passo é entender como funciona o processo em monitores Desktop. Pelos botões físicos, retorne as configurações para o “Padrão de fábrica”. Feito isto, pelo “Menu Iniciar”, acesse o “Painel de controle”. Troque o modo de exibição por “Ícones grandes” e vá na opção “Gerenciamento de cores”. Na guia “Avançado”, acesse a opção “Calibrar vídeo”.

Ao avançar pelo guia da calibragem de cores dos Windows, o primeiro item a ser ajustado é a “Gama”. Repare que a imagem que você precisará obter é a mais próxima possível do nível “Gama bom”, que está no meio da amostra. Clique em “Avançar” e atinja o resultado ao mexer na barra que está no lado esquerdo da tela.

Agora, vamos corrigir os níveis de brilho e contraste. Mais uma vez, o guia do Windows mostrará uma imagem com o resultado ideal; desta vez, será necessário usar os botões físicos dos monitores para alcançá-lo. Então, prossiga até aparecer a imagem em um tamanho maior e realize os ajustes necessários com eles. Não se esqueça de prestar atenção na legenda das fotos que contém os detalhes que precisam ser acertados.



A última configuração a ser feita é a das cores do monitor. Para isto, ao mover as três barras de cores você deverá obter um tom de cinza neutro. Ou seja, ele não deve ficar muito claro, nem escuro. Depois do acerto, clique em “Concluir” para usar a calibração que acabou de realizar ou em “Cancelar”, caso não tenha gostado do resultado.

Agora, você já sabe fazer a calibragem de um monitor convencional, mas deve estar se perguntando: como aplicar o mesmo processo em um notebook? Basta fazer o passo a passo usando a mesma ferramenta do Windows, mas para alterar opções como brilho e contraste será necessário acessar o “Painel de controle de gráficos” da placa de vídeo, que varia de acordo com a marca do seu aparelho.


Fonte:

Bom dia!

"Em um mundo feito de aparências, feliz daquele que é feito de verdades."

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Inteligência artificial pode prever público de um filme a partir de um trailer

Um time de pesquisadores da 20th Century Fox desenvolveu uma inteligência artificial capaz de dizer que tipo de público estará mais propenso a assistir a um filme analisando apenas o trailer. O modelo de aprendizado profundo, chamado pelo estúdio de Merlin Video, consegue identificar elementos como cores, paisagens e rostos em um vídeo – e, a partir disso, determinar como será o desempenho de um filme entre diferentes audiências.

Como qualquer sistema do tipo, a ferramenta foi “abastecida” muitos dados – no caso, centenas de trailers e dados de público relacionados a cada um dos filmes, todos lançados previamente.
Analisando esse banco de informações, a IA aprendeu a identificar os padrões e a ligar determinados elementos visuais a uma certa audiência. E embora tenha sido treinado com obras que já haviam saído dos cinemas, o modelo também conseguiu prever com bastante eficiência o público de longas-metragens que ainda não haviam chegado às salas.

Segundo o artigo publicado pelos pesquisadores, a ferramenta será útil para planejar franquias, otimizar janelas de lançamento e executar campanhas de marketing cada vez mais precisas. Caso seja aplicada massivamente, é bem provável que ela inclusive mude a dinâmica dos trailers, que hoje já é bem diferente de alguns anos atrás.

Com as redes sociais, mais do que resumir uma história, o vídeo precisa capturar a atenção dos espectadores o mais rápido que puder. É por isso que, no Facebook, os trailers costumam começar com aquela sequência rápida de imagens. Sabendo previamente que tipo de público um trailer vai atrair, é possível que estúdios comecem a desenvolver versões diferentes deles para chamar a atenção de audiências distintas.

Entretanto, é bom ressaltar que o modelo de aprendizado profundo da Fox ainda não é perfeito. Como ele analisa apenas as imagens, as previsões podem não ser perfeitas, já que o roteiro de um filme também costuma pesar nas decisões dos espectadores. Por isso, a ideia dos pesquisadores é unir texto e vídeo em um eventual próximo sistema.

 Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-pode-prever-publico-de-um-filme-a-partir-de-um-trailer/77674
Deixe pra trás o que não te leva pra frente.
Boa noite!

sábado, 28 de julho de 2018

Carne que não é feita de animais ganha registro e está perto de ser vendida

Ótima notícia para quem é vegetariano ou quem pelo menos se preocupa com a exploração dos animais pela indústria alimentícia: a “carne” que não utiliza nenhuma matéria prima de origem animal foi liberada para consumo pela FDA, a Food and Drug Administration, uma agência norte-americana responsável pela proteção e promoção da saúde pública através do controle e supervisão da segurança alimentar e outros produtos afins.

O produto foi criado pela Impossible Foods e utiliza em sua composição diversos tipos de plantas e outros compostos vegetais para chegar em uma textura e um sabor muito similares ao da carne verdadeira. Pelos relatos de quem experimentou, parece que a coisa ficou boa e agora, com essa liberação da FDA, o produto pode chegar às prateleiras dos supermercados antes do que se imaginava.
Já pode!

Esse registro oficial, porém, demorou bastante para ser concedido. Desde 2014 a Impossible Foods tenta conseguir a permissão da FDA, que finalmente considerou o alimento seguro para a saúde. Um dos problemas da agência era o uso de leg-hemoglobina de soja, que tem um alto potencial de causar alergias e outros efeitos não desejados que poderiam colocar o bem-estar dos consumidores em risco.

Agora é aguardar até a “carne vegetal” chegar até o consumidor final. Quem sabe com isso não é possível diminuir consideravelmente o consumo de carne, uma prática que além de ser danosa para os animais ainda afeta negativamente o meio ambiente em outros quesitos.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/produto/132674-carne-nao-feita-animais-ganha-registro-vendida.htm
"Sem sonhos, a  vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não tem alicerces.
Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais".

Bom Dia 

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Primeira recarga de smartphone: tudo o que você precisa saber

Preciso deixar o smartphone na tomada por 12 horas na primeira recarga? É preciso deixar a bateria se esgotar totalmente antes de carregar pela primeira vez? Tem problema se o celular vier da loja com menos de 100% de carga?

Estas são algumas perguntas frequentes entre pessoas leigas em tecnologia e que acabaram de comprar um smartphone Android ou um iPhone. E como sabemos, baterias de celular são quase uma bomba, de modo que todo cuidado com elas é pouco.


Para entender como funciona essa história da primeira recarga, primeiro precisamos diferenciar os dois principais tipos de celular: os smartphones e os feature phones. Os primeiros são aqueles que rodam Android ou iOS, têm loja de aplicativos e suporte a WhatsApp, Facebook e outros programas.

Já os feature phones são aqueles aparelhos bem básicos, sem loja de apps, sem sistema operacional complexo, com teclado numérico e nada de tela sensível a toques. Os mais famosos são aqueles de "flip", que abrem e fecham para atender ou encerrar chamadas.

Além das diferenças de recursos, tem também a óbvia diferença de preço: os smartphones costumam ser mais caros porque possuem componentes mais complexos, como processador de múltiplos núcleos e alguns gigabytes de memória RAM. Outra diferença crucial é, justamente, a bateria.

Os feature phones usam baterias de níquel-cádmio ou níquel-hidreto metálico, enquanto os smartphones usam baterias de íon-lítio. A diferença entre os dois componentes está na forma como cada um lida com ciclos de recarga e quanto tempo eles levam para perder energia.


Muita gente se lembra que os feature phones de antigamente, como o clássico Nokia 3310, podiam passar dias sem ir para a tomada; enquanto os celulares mais novos precisam ser recarregados quase uma vez por dia. Mas se engana quem pensa que as baterias antigas eram necessariamente melhores.

Os celulares demoravam mais para precisar de recarga porque eles não tinham componentes tão famintos de energia, como processador octa-core, modem 4G e tela OLED, por exemplo. Mas, com o tempo, os feature phones apresentavam um defeito conhecido como "efeito memória".

O problema também era chamado de "bateria viciada". Com o tempo, os ciclos de recarga ficavam cada vez mais curtos. "Se o usuário recarregasse a bateria antes que estivesse totalmente descarregada, sua autonomia ia diminuindo", explica Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, em artigo enviado ao Olhar Digital.

É por isso que as fabricantes recomendavam que os usuários deixassem o celular ficar totalmente zerado para só depois colocá-lo na tomada. E por isso também era necessário que a primeira carga fosse de 12 horas, já que os feature phones geralmente vinham da loja descarregados.

Segundo Fátima, a medida servia para prolongar a vida útil da bateria. Mas desde que os smartphones se popularizaram e as baterias de íon-lítio substituíram as de níquel-cádmio, esse cenário mudou. Ou seja: não, você não precisa deixar seu smartphone na tomada por 12 horas na primeira recarga.


"As baterias de lítio são muito menores e mais leves", explica Fátima. "Além disso, o lítio possui excelente desempenho em aplicações em que a bateria funciona em ciclos de recarga e descarga, como no celular, apresentando vida útil superior às suas antecessoras."

Segundo a especialista, você não precisa ter nenhum cuidado especial com a bateria do seu recém-adquirido smartphone. É só colocar na tomada e tirar quando a bateria estiver cheia. Nem precisa deixar a unidade ficar totalmente descarregada para recarregar pela primeira vez.

Você pode notar que, ao tirar seu novo smartphone da caixa, a bateria dele está em 70% ou 80%. Não há motivo para se preocupar. As fabricantes fazem isso de propósito como meio de retardar a chamada "autodescarga" - quando a bateria perde energia mesmo quando não está sendo usada, uma característica do íon-lítio.

Com 70% a 80% da carga, o processo de autodescarga é mais lento do que quando a bateria está com 100% de energia. É por isso que muitos especialistas, incluindo Fátima, recomendam que você não deixe seu celular na tomada até os 100%, mas retire-o quando chegar aos 80%, para prolongar sua vida útil e o número de ciclos de recarga.

Portanto, se você comprou um smartphone com Android ou um iPhone pela primeira vez, não precisa se preocupar com a primeira recarga. Use-o tranquilamente e aproveite os recursos do aparelho que, com certeza, é mais completo do que os feature phones de bateria viciada do passado.









Fonte:



Bom dia!

"O hábito de falar com Deus muda nosso hábito de falar com as pessoas."

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Inscrições para o Encceja podem ser feitas até amanhã

 Agência Brasil - As pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada e atualmente estão detidas em unidades prisionais ou socioeducativas têm até amanhã (27) para se inscreverem no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade (Encceja Nacional PPL) 2018.

A aprovação nas provas é uma forma de regularizar o nível escolar dos candidatos que precisam ter, no mínimo, 15 anos para tentar a certificação do Ensino Fundamental e, pelo menos 18, no caso do Ensino Médio.

As inscrições para o exame começaram no último dia 16. Quem faz a inscrição é o responsável pedagógico das unidades prisionais e socioeducativas que aderiram, entre 9 e 20 de julho, ao Encceja. Esse mesmo responsável irá acompanhar os resultados e pleitear a certificação do participante.
Datas das provas
As provas estão previstas para os dias 18 e 19 de setembro, e serão divididas em quatro testes objetivos, com 30 questões de múltipla escolha e uma redação.
Para obter o certificado ou declaração de proficiência, o participante deve conseguir, no mínimo, 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento, o que corresponde a 50% do total distribuído.
O exame para o ensino fundamental inclui questões de Ciências Naturais, História e Geografia, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física, Redação e Matemática.
Para o ensino médio, o exame exigirá conhecimento nas áreas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens e Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias.
Na edição do ano passado, 74,1 mil pessoas privadas de liberdade se inscreveram no Encceja Nacional PPL. Do total, 44,1 mil buscavam a certificação do ensino fundamental e quase 30 mil, a certificação do ensino médio. As provas foram aplicadas em 1.329 unidades prisionais.

Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/197404/inscricoes-para-o-encceja-podem-ser-feitas-ate-amanha.html
Que pensamentos maravilhosos encaminhem você até aos sonhos mais belos. 

Boa noite.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Cresce número de brasileiros que só usam celular para se conectar à internet

O celular é cada vez mais o principal dispositivo usado pelos brasileiros para acessar a internet, e quase metade do país têm o smartphone como única forma de se conectar à rede. É o que indica o estudo TIC Domicílios 2017, divulgado pelo Cetic.br, ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que analisou hábitos dos brasileiros na internet.

Atualmente, 67% dos brasileiros possuem algum tipo de conexão com a internet, o que representa 120,7 milhões de pessoas. São 42,1 milhões de lares com banda larga - ou 61% das residências - sendo que esse número é maior em áreas urbanas, onde 65,5% das casas possuem planos de banda larga.

A banda larga fixa é a principal forma de acesso à internet em casa para 64% dos brasileiros, sendo que as conexões móveis são usadas por 25% dos usuários. Em relação a dispositivos, o celular é usado por 96% das pessoas, e a televisão vem ganhando espaço, sendo usada atualmente por 22% dos brasileiros - em 2014, era 7%.

A internet é usada principalmente para fins sociais, mas também para entretenimento. A troca de mensagens faz parte da vida de 90% dos brasileiros com conexão à internet, e 77% usam redes sociais. O consumo de mídia como vídeo ou música atinge 71% dos brasileiros (85 milhões de pessoas). Outros usos citados no estudo são para serviços governamentais entre os maiores de 16 anos: direitos do trabalhador e previdência (28%) e educação pública (28%).

Diferenças socioeconômicas

O smartphone é cada vez mais a única forma que brasileiros se conectam à internet: 49% dos entrevistados só usam o celular, superando pela primeira vez os que combinam celular e computador (47%). Há um fator socioeconômico fundamental para o uso exclusivo de celulares, que é mais comum entre as classes D/E (80%) e em áreas rurais (72%). A internet móvel é a principal forma de acesso à internet para 48% dos brasileiros das classes D/E.

"No Brasil, 33 milhões de usuários com renda mensal de até dois salários mínimos utilizam a Internet exclusivamente pelo celular, enquanto o uso simultâneo incluindo o computador foi realizado por 88% dos usuários da classe A. O fator socioeconômico é preponderante. Aqueles que têm a possibilidade de escolher combinam o uso de mais de um dispositivo para acessar a rede, algo crucial para o desenvolvimento de habilidades digitais, especialmente no cenário de nova economia digital", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

O estudo TIC Domicílios 2017 foi feito entre novembro de 2017 e maio de 2018 e entrevistou mais de 23 mil domicílios em todo o país. O estudo completo pode ser conferido pelo site do Cetic.br.

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