sexta-feira, 21 de setembro de 2018


5 sinais de que chegou a hora de formatar seu celular

Travamentos

O primeiro sinal é o mais comum. Se o seu smartphone estiver travando muito, não hesite: formatá-lo pode tornar sua vida bem menos sofrida. Afinal, nenhum aparelho foi feito para ficar com a tela congelada. Travou demais? Prepare a formatação.

Bateria dura pouco

A gente começou dizendo que se o problema for o desgaste da bateria, não tem muita solução a não ser trocar… mas, antes de se preparar para a despesa, vale a pena tentar a formatação. Acontece que, muitas vezes, a queda de rendimento da bateria tem a ver com o software e não com o hardware. Se for esse o seu caso, formatar o telefone pode economizar vários reais – sem contar o incômodo...

Aplicativos não funcionam

Não se conforme com a situação. Se um aplicativo começa a dar mensagem de erro na hora de abrir pode até ser que esse aplicativo em particular tenha um problema. Desinstale e instale de novo. Se o problema persistir – ou pior – se o problema acontecer com mais de uma aplicativo, a solução pode estar na formatação. Faça, sem medo de ser feliz – ela pode resolver a maior parte desses problemas.

Comportamento estranho

Acontece com os melhores amigos. De uma hora para outra, ele começa a se comportar estranhamente… banners de publicidade aparecem do nada... ele fica mais lento... de repente algum dos seus contatos recebe uma mensagem que você não lembra de ter enviado... esses são sintomas de que seu amigo digital pode estar infectado com um malware – que a gente chama no popular de vírus. Aí, tem dois caminhos. Um: instale um antivírus. Nós fizemos um Laboratório Digital recentemente sobre os melhores. O link está logo abaixo desse vídeo. A outra solução, você já sabe: formatação.

Temperatura alta

Alguns aparelhos esquentam mesmo quando não estão sendo carregados. Aliás, quando um smartphone está conectado à tomada, é até comum uma certa elevação de temperatura – dependendo do modelo. Mas, se essa elevação for forte demais – ou pior, se o aparelho aumentar de temperatura mesmo que não esteja em uso, a formatação é novamente um bom caminho. Tem várias coisas que podem levar a essa variação de temperatura. Quase sempre, são aplicativos que continuam rodando em background – ou seja, continuam ativos mesmo que você não esteja usando. Para acabar com a farra, depois de formatar, só reinstale aplicativos de desenvolvedores confiáveis. E dê uma boa olhada no quanto cada aplicativo está consumindo de recurso do seu telefone. Tanto no Android quanto no iOS, é fácil conferir isso nas configurações.

OBS: Lembrete mais que importante! Antes de formatar seu celular, faça um backup total dele – assim você elimina o risco de perda de qualquer arquivo.

Fonte: https://olhardigital.com.br/video/5-sinais-de-que-chegou-a-hora-de-formatar-seu-celular/78555
Bom dia!

Que o dia nos apronte boas surpresas e nos faça sorrir.

sábado, 15 de setembro de 2018

Lei de Proteção de Dados traz mudanças para crianças e adolescentes

Agência Brasil - A Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada no dia 14 deste mês, estabeleceu novos direitos, obrigações e regras para a coleta, o tratamento e compartilhamento de dados por empresas e pelo Poder Público. Entre as novidades do texto estão regras de proteção a crianças e adolescentes.

O Artigo 14 estabelece que a coleta e o tratamento de dados de crianças e adolescentes deve ser realizado “em seu melhor interesse”. Para meninos e meninas de até 12 anos, o tratamento só pode ocorrer “com o consentimento específico e em destaque, dado por pelo menos um dos pais ou pelo responsável legal”. Um jogo voltado para esse público, por exemplo, não poderá pegar qualquer informação dessas (como nome, localização ou contatos) sem que haja uma permissão clara dada por um dos responsáveis.

Se uma autorização desse tipo não for dada, a criança não poderá ser impedida de usar o serviço ou produto. Esse dispositivo impede a lógica de “chantagem”, na qual um serviço na prática obriga o usuário a aceitar seus termos e condições, uma vez que o usuário fica refém dessa opção se não desejar ficar privado do acesso ao serviço.

A única hipótese permitida de coleta dos dados de crianças sem autorização dos pais será para contactá-los ou para a proteção da criança. Seria o caso, por exemplo, do uso de informações para políticas públicas de saúde, como campanhas de vacinação ou monitoramento da ocorrência de doenças. Nesses casos, fica proibido o armazenamento e o repasse a terceiros.

Transparência e clareza

A Lei Geral de Proteção de Dados exige que empresas envolvidas em algum tipo de tratamento de dados de crianças devem dar transparência a eles. Segundo o texto, “os controladores deverão manter pública a informação sobre os tipos de dados coletados, a forma de sua utilização e os procedimentos para o exercício dos direitos” dos usuários.

Além disso, a norma prevê que as informações sobre tratamento de dados sejam disponibilizadas “de maneira simples, clara e acessível, consideradas as características físico-motoras, perceptivas, sensoriais, intelectuais e mentais do usuário, com uso de recursos audiovisuais quando adequado, de forma a proporcionar a informação necessária aos pais ou ao responsável legal e adequada ao entendimento da criança.

Na avaliação do coordenador do programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana, Pedro Hartung, essa obrigação foi uma inovação importante da lei, ao considerar o processo de desenvolvimento de meninos e meninas e ao instituir uma lógica de responsabilidade compartilhada que vai além do cuidado dos pais em relação ao uso de tecnologia por seus filhos.

“Esse tipo de diretriz estimula que as empresas possam contribuir para a proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes também no design dos produtos. Qualquer serviço ou produto que vá ser desenvolvido ou que sejam potenciais usuários deve ter a preocupação desde as etapas iniciais de elaboração”, destacou Hartung.

Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/199184/lei-de-protecao-de-dados-traz-mudancas-para-criancas-e-adolescentes.html
Bom Dia!!!
Um pequeno pensamento positivo pela manhã pode mudar todo o seu dia.

sábado, 8 de setembro de 2018

Novo cabo submarino liga Brasil à África e tem capacidade de 32 Tbps

O Brasil passou a contar nesta semana com um novo cabo submarino, que liga Fortaleza, no Ceará, à cidade de Kribi, em Camarões. A estrutura de quase 6.000 quilômetros é formada por quatro pares de fibra óptica e tem capacidade de transferência de 32 Tbps. O cabo é o primeiro na história a conectar diretamente dois continentes no hemisfério sul.

O projeto foi preparado pelo consórcio South Atlantic Inter Link, o SAIL, formado pela Huawei Marine Network, que montou e posicionou o cabo, e pelas operadoras China Unicom e Camtel.

A estrutura ainda marca a chegada dessa China Unicom ao Brasil, como lembra reportagem do Telesíntese. A empresa chinesa pretende ligar 11 de seus cabos terrestres que atravessam o Oriente Médio à nova estrutura marítima.

A construção do cabo submarino SAIL começou ainda em 2016, e a ideia era conectar duas regiões emergentes, tanta econômica quanto tecnologicamente. Ele deve facilitar e agilizar a ligação e a troca de informações entre os países do BRICS, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de outros países das regiões da África e da Ásia.

Uma segunda estrutura, o South Atlantic Cable System (SACS) ainda deve reforçar essa ligação quando for finalizado, ligando Fortaleza a Sangano, em Angola. A expectativa é de que ele seja um pouco maior do que o SAIL e acabe de ser construído ainda neste ano.

O consórcio SAIL não divulgou quanto foi gasto na construção, mas o preço estimado inicial era de 130 milhões de dólares. O grupo estima que o cabo submarino deve durar pelos próximos 25 anos. Se quiser conferir, o site Submarine Cable Map já traz o mapa atualizado com o novo cabo em meio a todos os outros já existentes ao redor do mundo.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/novo-cabo-submarino-liga-brasil-a-frica-e-tem-capacidade-de-32-tbps/78409
Não importa a cor do céu. Quem faz o dia bonito é você.

Bom dia!!!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

O maior avião do mundo está prestes a decolar. Saiba para que ele serve

O Stratolaunch, um avião gigante que será usado para colocar satélites e outras cargas em órbita, deve ganhar os céus ainda neste ano. De acordo como site Space News, a empresa por trás da enorme aeronave vai realizar o primeiro voo de teste com ela ainda em setembro. O projeto é financiado por Paul Allen, bilionário cofundador da Microsoft.

Por enquanto o veículo só foi testado no solo, em provas de taxiamento. A mais recente delas aconteceu em fevereiro deste ano, e nela a aeronave atingiu uma velocidade de 74 quilômetros por hora. No próximo teste, a empresa pretende levar o avião à velocidade de 130 quilômetros por hora, e em seguida atingir 220 quilômetros por hora (em geral, aviões de linha aérea decolam de 240 km/h a 290 km/h). Só após esses testes o Stratolaunch estará pronto para decolar.

Dimensões de monstro aéreo

De acordo com o Popular Mechanics, o Stratolaunch é atualmente o maior avião do mundo em envergadura (distância entre as pontas das asas), somando 117 metros de uma asa a outra - quase o tamanho de um campo de futebol, e muito maior que o Airbus 380 - principal avião comercial do mundo - com 79 metros de envergadura.

O "monstro aéreo" tem duas fuselagens (os cilíndros dentro dos quais em geral ficam os passageiros nos aviões), seis turbinas e pesa 226 toneladas. A ideia é que ela leve foguetes e satélites até uma atitude a partir da qual eles podem escapar da órbita terrestre mais facilmente.

Isso diminui os custos, por exemplo, de colocar satélites em órbita. Para colocar um satélite em órbita em pleno ar, é necessário que um foguete decole da superfície terrestre com o satélite, voe até a atitude correta e lance sua carga. Mas (com exceção dos foguetes da SpaceX) o foguete - que é um custo considerável no projeto - é perdido após o lançamento.

Com um avião desse tipo, as empresas que quiserem colocar satélites em órbita podem construir foguetes menores - afinal, eles serão ativados a uma altitude bem maior, e por isso necessitam de menos força e combustível para escapar da gravidade terrestre e atingir a altitude desejada. Esse é o serviço que a Stratolaunch pretende oferecer com o seu avião.

Mas deve demorar para que esse serviço chegue ao mercado. Segundo o Engadget, o objetivo da empresa é realizar seu primeiro lançamento em 2020. Até lá, ela ainda precisa garantir que a aeronave é capaz de voar e pousar, e precisa também conseguir a aprovação da FFA (o órgão regulador de aviação dos Estados Unidos), o que pode levar até 18 meses.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/o-maior-aviao-do-mundo-esta-prestes-a-decolar-saiba-para-que-ele-serve/75581
Boa tarde! 

Não escute as pessoas negativas, junte-se a quem enxerga a vida com bons olhos.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Conheça algumas das peças únicas destruídas no incêndio do Museu Nacional


No fim da tarde do último domingo (02), o Museu Nacional do Rio de Janeiro, que é vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro, pegou fogo após o final do expediente de visitas. O incêndio se espalhou pelos três andares do casarão histórico chamado Palácio de São Cristóvão, que abrigou a família real portuguesa – e posteriormente a família imperial brasileira – de 1808 até 1892, quando passou a sediar o Museu Nacional, fundado há exatamente 200 anos.

A instituição abrigava um acervo impressionante com 20 milhões de peças – divididas entre as áreas de antropologia, botânica, entomologia, geologia e paleontologia, e das quais cerca de 3 mil estavam expostas ao público –, uma biblioteca com mais de 474 mil volumes, entre livros, periódicos e outras publicações sobre ciências naturais, e em torno de 2,4 mil obras raras.

Ainda é muito cedo para se analisar as causas do incêndio e para saber o que pode ter escapado do fogo, mas pelas imagens veiculadas nacionalmente pela TV e pela internet, a chance de recuperação de parte, mesmo que pequena, do acervo é praticamente nula. Confira as peças mais importantes que estavam guardadas no Museu Nacional do Rio de Janeiro:


Dinossauros


O Museu Nacional do Rio de Janeiro abrigava em seu acervo os fósseis do Maxakalisaurus topai, o primeiro dinossauro de grande porte encontrado e montado no Brasil. Tratava-se de um animal herbívoro com cerca de 13 metros de comprimento e 9 toneladas. Os fósseis que permitiram a descoberta desse dinossauro foram encontrados no estado de Minas Gerais, na Serra da Boa Vista, perto da cidade de Prata, que rendeu a ele o nome popular de “dinoprata”,

Além do museu abrigar os fósseis originais do Maxakalisaurus topai, ele exibia ao público uma réplica perfeita do esqueleto do animal, além de outros fósseis de outras espécies já conhecidas da paleontologia, todos descobertos em sítios arqueológicos brasileiros e importantes para retratar quais desses animais caminhavam pelo solo que hoje constitui o Brasil.  A rlica do esqueleto completo do Maxakalisaurus topai que estava em exposição no Museu Nacional


Sala do trono de Dom Pedro II


Na sala também se encontravam móveis similares aos da época que foram emprestados ao museu.

 Palácio de São Cristóvão, que sediava o Museu Nacional, serviu anteriormente como residência da família imperial brasileira. Lá nasceu o imperador Dom Pedro II, que governou o Brasil de 1831 até a Proclamação da República em 1889, e nesse mesmo local ficava a famosa sala do trono, onde acontecia a famosa cerimônia de beija-mão do monarca.

O museu mantinha na sala um dos tronos de Dom Pedro II e dava destaque para a pintura inigualável das paredes do cômodo: ela criava uma ilusão especial de alto relevo criada pelo pintor italiano Mario Bragaldi. Na sala também se encontravam móveis similares aos da época que foram emprestados ao museu para imitar o mobiliário original da época.


Acervo egípcio


Dom Pedro II era um grande admirador das Ciências Naturais e da História e um grande colecionador de artefatos que remetiam ao Egito Antigo. Entre os que se encontravam no Museu nacional estava o esquife de Sha-amun-em-su, uma cantora/sacerdotisa que teria vivido em torno de 750 a.C. no Egito e morrido com seus 50 anos de idade. O imperador brasileiro ganhou o caixão do quediva Ismail – uma espécie de soberano local na época do Império Otomano – em uma visita ao país africano. Deu a ele em troca um livro sobre o Brasil. ambém se encontravam no Museu Nacional cerca de 700 peças de arqueologia egípcia, a maior e mais importante coleção dessa área na América Latina

O esquife foi mantido no gabinete do imperador até sua derrubada com a Proclamação da República em 1889 e passou a fazer parte do acervo do museu desde então. Dizem que Dom Pedro II estimava tanto essa peça que chegava até a trocar algumas palavrinhas com ela quando sozinho em seu escritório. A peça havia passado por análises de todos os tipos para o melhor entendimento da sociedade dos antigos egípcios.

Também se encontravam no Museu Nacional antes de seu incêndio uma máscara dourada datada de 304 a.C., período conhecido como ptolemaico; a Estela de Raia, de 1.300 a 1.200 a.C.; a múmia da princesa Kherima, de raríssimo método de mumificação com apenas outros oito exemplos no mundo e mais cerca de 700 peças de arqueologia egípcia, a maior e mais importante coleção dessa área na América Latina, que foi iniciada por Dom Pedro I e ampliada por seu filho e herdeiro.


Trono do Daomé


Muitos outros objetos ajudavam a contar a história dos povos africanos, principalmente aqueles que foram trazidos à força pelo regime de escravidão.

Também com cerca de 700 itens, a coleção de etnologia africana e afro-brasileira era um dos destaques do Museu Nacional. Dentre as peças com maior destaque está o Trono do Daomé, presente do rei Adandozan, do antigo reino do Daomé – onde hoje é o Benim, na África – para o então Rei de Portugal e do Brasil Dom João VI. Trata-se de uma réplica do trono do avô de Adandozan, o rei Kpengla. A peça datava do fim do século XVIII.

Além do trono, o museu também exibia objetos de uso diário de reinos africanos, máscaras ritualísticas, instrumentos musicais, armas de caça e de luta e uma bandeira de guerra do Daomé. Muitos outros objetos ajudavam a contar a história dos povos africanos, principalmente aqueles que foram trazidos à força pelo regime de escravidão que durou até 1888 no Brasil e fazem parte importante e inseparável da cultura do nosso país.


Luzia


Talvez o item mais singular e importante presente no Museu Nacional fosse o fóssil de Luzia, um dos esqueletos humanos mais antigos já encontrados nas Américas e certamente o mais antigo do Brasil, com cerca de 11.500 anos. Luzia foi encontrada em Lagoa Santa, perto de Belo Horizonte, em Minas Gerais, no ano de 1975 por um grupo de arqueólogos brasileiros e franceses. Ganhou esse nome do arqueólogo Walter Neves em homenagem à Lucy, o fóssil de australopiteco (esse com 3,5 milhões de anos) encontrado na Etiópia um ano antes. Seria a nossa versão brasileira do mais antigo habitante humano do nosso território.

A descoberta de Luzia é sem sombra de dúvida um dos marcos mais importantes para a compreensão da ocupação humana das Américas

A descoberta de Luzia fez muitos estudiosos reverem suas teorias de ocupação humana das Américas, pois suas feições, de acordo com análises de diversos tipos, mostram que o esqueleto encontrado pertencia a uma jovem de etnia mais similar aos negros africanos ou aborígenes australianos, diferente dos povos mongoloides que teriam chegado à América do Norte inicialmente vindo da Sibéria por meio do estreito de Bering.

A descoberta de Luzia é sem sombra de dúvida um dos marcos mais importantes para a compreensão da ocupação humana das Américas e, portanto, para a antropologia do mundo como um todo. A perda dos fósseis que compunham seu esqueleto é gigantesca para o mundo das ciências naturais e, claro, da cultura como um todo.



Meteorito do Bendegó


A única peça de destaque do museu que, até agora, sabe-se que sobreviveu ao incêndio é o meteorito do Bendegó, ou pedra do Bendegó, o maior meteorito já encontrado em solo brasileiro. Ele foi achado em 1784 por um garoto, Domingos da Motta Botelho, em uma fazenda perto de onde é hoje a cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia.

Sua sobrevivência ao incêndio do museu, porém, não é de se espantar, visto que o meteorito suportou temperaturas altíssimas em sua entrada na atmosfera

A peça é considerada o 16º maior meteorito já encontrado no mundo e pesa pouco mais de 5 toneladas. Ele é composto principalmente de ferro e níquel e mede 2,2 metros por 1,45 metros por 58 centímetros. Foi Dom Pedro II que tomou conhecimento do objeto em 1886 e enviou uma comissão de engenheiros para transportar a pedra para a capital.

Sua sobrevivência ao incêndio do museu, porém, não é de se espantar, visto que o meteorito suportou temperaturas altíssimas em sua entrada na atmosfera terrestre e muitas outras provações por parte de quem o estudou na tentativa de remover pedaços para análises mais detalhadas.

Sem nenhuma dúvida, é impossível calcular o tamanho da perda causada pelo incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro. São 200 anos de História queimados pelo descaso das autoridades responsáveis pela produção de cultura no Brasil e, como diz a sabedoria popular, um país sem história é, infelizmente, um país sem futuro.


Fonte: https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/108937-conheca-algumas-das-pecas-unicas-destruidas-no-incendio-do-museu-nacional.htm?utm_source=tecmundo&utm_medium=topmegacurioso&utm_campaign=home




Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.
 
Roberto Shinyashiki 

Bom Dia!!!

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Boa Noite!!!

Algumas vezes coisas ruins acontecem em nossas vidas para nos colocar na direção das melhores coisas que poderíamos viver.
Você conhece a você mesmo? Isso pode fazer toda a diferença no seu bolso!

Conservador ou mais arrojado? Tem paciência para ver seu dinheiro crescer aos poucos ou prefere arriscar logo em algum investimento de alta rentabilidade, mas com risco maior? E... será que você teria estômago para ver seu dinheiro diminuir de vez em quando? Perguntas como estas definem o perfil de um investidor. E agora que você já conhece as possibilidades de investir com alto ou baixo risco, chegou a hora de olhar para si e avaliar o momento da sua vida - este, sim, é o primeiro passo para entrar no mundo dos investimentos.

Seja qual for o seu tipo de investidor, uma regra é básica: é preciso diversificar. Ou seja, distribuir seu dinheiro em investimentos diferentes; curto prazo, longo prazo, baixo risco, alto risco…

Assim como os simuladores dos mais diversos investimentos, existe também na internet uma série de testes que traçam a seu perfil como investidor. Você diz, por exemplo, quanto tem de dinheiro para investir, se é iniciante ou mais experiente, conservador ou agressivo, se precisa do dinheiro investido em pouco tempo de volta e, a partir desses filtros, essas ferramentas indicam os tipos de investimentos mais indicados para o seu momento…

É, a gente disse “momento”. Isso porque o perfil de investidor de qualquer pessoa pode mudar com o passar do tempo. Não é uma coisa fixa e engessada. Na medida em que você começa a acumular dinheiro em um ou outro investimento, além de outras oportunidades se abrirem, você automaticamente vai começar a se interessar mais pelo assunto, entender mais a lógica do mercado e então reavaliar sua carteira de investimentos…

Uma dica muito interessante é, a cada seis meses, voltar a preencher esses questionários sobre perfis de investidor para ver se alguma coisa mudou. Normalmente, ao buscar mais conhecimento, muda mesmo; o que é ótimo, afinal você vai estar cada vez mais por dentro e no controle do que é seu! Seu dinheiro!

As corretoras de valores, que estão por trás dos nossos investimentos, também se modernizaram bastante nessa era digital. Hoje, com sistemas de inteligência artificial, a própria plataforma avalia continuamente os dados dos usuários e diversifica as ofertas de investimentos até de acordo com o comportamento online de cada cliente.

O glamour das mesas de operações que muito víamos em filmes e nos telejornais até algum tempo atrás ficaram no passado. Hoje não existe mais aquela cena de centenas de analistas em pé, ao telefone, atendendo uma ligação atrás da outra para indicar o melhor investimento para seus clientes naquele momento. O crescente uso da tecnologia e a digitalização dos fundos de investimento transformaram este cenário. Hoje é tudo muito parecido a um comércio eletrônico. Sim, similar a quando compramos qualquer produto online, você investe da mesma maneira simples e direta. Com a infinidade de conteúdo digital educativo e até os próprios simuladores, a tecnologia também ajudou a tirar mais gente da desinterassante Poupança para procurar alternativas mais interessantes para reforçar seu cofrinho.

Fonte: