sexta-feira, 30 de novembro de 2018
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Uefs oferece 968 vagas no Sisu; confira o Quadro de Vagas
Já está disponível o quadro de vagas dos cursos de graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) para o semestre 2019.1. Ao todo, 968 vagas estão sendo oferecidas para 29 opções de cursos nas áreas de Tecnologia, Exatas e Ciências; Ciências Humanas e Filosofia; Letras e Artes; Ciências Naturais e da Saúde. Vale lembrar que o acesso de novos estudantes será, exclusivamente, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
Confira o Quadro de Vagas e
o Termo de Adesão ao
Sisu.
O Sisu é usado para selecionar estudantes pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para vagas em 130 instituições públicas de ensino superior do país. Os candidatos interessados em concorrer a uma das vagas da Uefs ou de qualquer uma das instituições que participam do Sistema, deverão se inscrever no período de 22 a 25 de janeiro de 2019, no Site do Sisu. O resultado será divulgado em 28 de janeiro.
Após a adesão ao Sistema, aprovada pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Uefs, esta será a primeira vez que o acesso aos cursos de graduação será via Sisu. Mais informações podem ser adquiridas na Coordenação de Seleção e Admissão (CSA) da Uefs, pelo telefone (75) 3161-8030.
Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/203424/uefs-oferece-968-vagas-no-sisu-confira-o-quadro-de-vagas.html
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Estudantes desenvolvem aplicativo para mapear focos do Aedes Aegypti
Estudantes do Colégio Estadual Vitor Soares, localizado na Ribeira, lançaram o aplicativo (app) Aedes Play, resultado da culminância das atividades que têm o objetivo de conscientizar os alunos e a comunidade escolar sobre a responsabilidade no combate e na prevenção ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como a dengue e o Zika vírus. O app foi lançado nesta quarta-feira (14) e está disponível para acesso no endereço: aedesplay.com
O professor e orientador do projeto, Marcos Pessoa, disse que o aplicativo contribuirá aos órgãos competentes no mapeamento e identificação de locais com focos do mosquito. “A ideia é que por meio do app o usuário possa tirar uma foto do local que possui o foco do Aedes. Por meio da geolocalização, é registrado o endereço onde foi tirada a foto. Aí, por meio do sistema, é possível ter acesso a todas as imagens e locais onde foram detectados os focos. O nosso objetivo é que essa informação também seja enviada para os setores de Saúde para que possam mapear essas situações. Queremos ainda incluir um game que será feito para incentivar ainda mais o combate ao inseto”, afirmou.
O estudante Diego Sousa, da Educação Inclusiva, destacou a importância da atividade para uma formação cidadã dos alunos. “Além deste envolvimento com a tecnologia, que resulta em um aprendizado diferenciado, a iniciativa de nos mobilizarmos para combater o Aedes Aegypti mostra que temos a chance de mudar a realidade ao nosso redor e podemos encontrar soluções para resolver esses problemas”, disse.
Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/203103/estudantes-desenvolvem-aplicativo-para-mapear-focos-do-aedes-aegypti.html
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
terça-feira, 20 de novembro de 2018
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
sábado, 17 de novembro de 2018
Cientistas redefinem o que é um quilograma
Você sabe o que, exatamente, é um quilograma? Se sua resposta for algo parecido com “mil gramas”, ela seria considerada vaga demais pela comunidade científica. Até agora, a definição exata do que é um quilograma estava guardada em um cofre na região de Paris, na França. Tratava- se de um cilindro de platina chamado “Le Grand K”, criado em 1889 para pesar exatamente 1 kg, mas finalmente essa definição mudou após mais de um século.
Na Conferência Geral de Pesos e Medidas que aconteceu em Versalhes nesta sexta-feira, 16, cientistas decidiram de uma vez por todas eliminar a definição do quilograma com base em um objeto físico. Outras unidades que também foram ajustadas na conferência foram o ampere, o kelvin e o mol.
Com o fim da definição com base em um objeto físico, os cientistas agora esperam definir o quilograma a partir de “constantes fundamentais da natureza”, como explicou Estefanía de Mirandés, que faz parte do Escritório Internacional de Pesos e Medidas. A mudança já estava em estudo há vários anos.
Assim, a definição oficial do que é um quilograma passará a ser baseada na Constante de Planck, que está relacionada com a mecânica quântica. Com a redefinição, o quilograma passa a ser tal que a Constante de Planck seja exatamente 6,62607015×10−34 quando expressa em Joules-segundo. Pode ser um pouco abstrato, mas é uma métrica precisa e invariável.
O problema de ter um objeto como referência oficial para uma medida é justamente a instabilidade. Mesmo com o “Le Grand K” ultraprotegido sob três camadas de vidro, ele ainda é afetado pela atmosfera e pode acumular micropartículas de poeira. A limpeza também pode afetar sua massa. Isso tem alguns impactos interessantes: se o objeto que representa o quilograma passa a pesar mais ou menos do que um quilograma, tudo mais que se baseia nessa medida também passa a variar; átomos, por exemplo, passariam a ter mais ou menos massa, ao menos teoricamente. Não à toa, a medida oficial de metro há vários anos passou a ser a distância percorrida pela luz no vácuo em 1/299.792.458 de um segundo, tomando como referência a constante da velocidade da luz, e não uma referência de distância arbitrária.
A mudança no modo como definimos o quilograma passa a valer a partir de 20 de maio de 2019. Até lá, continuamos usando como referência o cilindro de platina.
Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/cientistas-redefinem-o-que-e-um-quilograma/79956
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
Cientistas sintetizam molécula que elimina vírus da hepatite C
Agência Brasil - Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) sintetizaram um novo composto que inibe a replicação do vírus da hepatite C em diversos estágios de seu ciclo. O estudo, feito com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), consistiu na combinação de moléculas já existentes para produzir novos compostos biológicos, método denominado bioconjugação.
O novo composto, denominado AG-hecate, também é capaz de agir em bactérias, fungos e células cancerosas.
Segundo um dos autores do estudo, o químico Paulo Ricardo da Silva Sanches, esse tipo de atuação não é comum nos antivirais que normalmente têm alvos específicos isolados, inibindo processos específicos como a entrada do vírus nas células, a síntese do material genético e de proteínas, a montagem e liberação de novas partículas virais.
“O AG-hecate, ao contrário, apresentou ampla atividade, agindo em diversas etapas do ciclo. O composto também apresentou atividade nos chamados ‘lipid droplets’ – gotas de lipídeo no interior das quais o vírus circula nas células e que o protegem do ataque de enzimas. O AG-hecate desestrutura essas gotas de lipídeo e deixa o complexo replicativo do vírus exposto à ação das enzimas celulares”, disse o químico.
Molécula
De acordo com o estudo, o composto também mostrou alto índice de seletividade, o que significa que ele ataca muito mais o vírus do que a célula hospedeira, mostrando potencial para atacar a doença. “Apesar do composto apresentar pequena atividade nos glóbulos vermelhos do sangue, a molécula precisa passar por alterações em sua estrutura para reduzir ainda mais a sua toxicidade. É nisso que estamos trabalhando agora, para que a pesquisa possa evoluir da fase in vitro para a fase in vivo”, afirmou Paulo Ricardo.
O estudo e o desenvolvimento da molécula AG-hecate demorou cerca de dois anos. Até que entre no mercado e passe a ser utilizada serão necessários mais oito anos, já que o tempo médio para planejamento e desenvolvimento desse tipo de medicamento é de dez anos.
Para o professor Eduardo Maffud Cilli, orientador do estudo, a molécula também age em bactérias, fungos e células cancerosas. No caso do câncer, a molécula interage e destrói a membrana da célula afetada. “Além disso, como os vírus do zika e da febre-amarela apresentam ciclos replicativos bastante parecidos com o do HCV, vamos testar a efetividade do AG-hecate também em relação a esses vírus”, concluiu.
Fonte: https://www.acordacidade.com.br/noticias/202937/cientistas-sintetizam-molecula-que-elimina-virus-da-hepatite-c.html
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Aprenda a desativar o corretor automático no celular e não passe mais vergonha
É possível que já tenha acontecido com você: ao tentar digitar algo na pressa no celular, o resultado foi completamente diferente do esperado. Desenvolvido para reduzir o número de erros de digitação e ajudar a melhorar a escrita das pessoas, o corretor, muitas vezes, deixa o usuário em apuros.
Apesar de os erros serem engraçados, em grande parte das vezes, eles podem causar confusões e até fazer o dono do smartphone passar vergonha.
Saiba como evitar esse problema e desativar a ferramenta:
Android
1. Entre "Ajustes" ou "Configurar" e selecione a opção "Idioma e Teclado". Clique no teclado;
2. Em seguida, vá até "Correção automática";
3. Certifique-se de que as opções estejam desativadas nos idiomas que você desejar.
4. E pronto, o corretor foi desativado.
OBS: Fique atento: ao desativar o corretor automático, todas as suas postagens sairão sem uma espécie de "revisão" por parte do sistema.
Fonte: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/aprenda-a-desativar-o-corretor-automatico-no-celular-e-nao-passe-mais-vergonha/66695
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
terça-feira, 13 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
sábado, 10 de novembro de 2018
Como vai ser o Wi-Fi 6, a próxima grande atualização das redes sem fio
Vem aí uma nova geração do Wi-Fi, com a promessa de redes capazes de suportar mais dispositivos conectados simultaneamente sem perda de velocidade. Chamado Wi-Fi 6, o novo padrão de redes sem fio vai começar a chegar em dispositivos e redes a partir do ano que vem.
De acordo com a Wi-Fi Alliance, órgão que gerencia a padronização das redes sem fio pelo mundo, o Wi-Fi 6 vai ter capacidade de 14 gigabits por segundo, com capacidade de funcionar em frequências de 2,4 GHz e 5 GHz. Também há a promessa de consumo menor de bateria em dispositivos conectados às redes compatíveis com o novo padrão.
O grande diferencial, no entanto, fica por conta da capacidade de múltiplas conexões simultâneas nas redes Wi-Fi 6. A expectativa é que essas redes consigam lidar com até oito dispositivos conectados simultaneamente sem perda de velocidade em nenhum deles - em gerações antigas do Wi-Fi, os pontos de acesso precisavam dividir a largura de banda entre os múltiplos usuários, o que não será mais necessário a partir de agora.
Em resumo, o Wi-Fi 6 até oferece mais velocidade, mas o objetivo principal dele é o acesso múltiplo - de certa forma, é mais ou menos o que está sendo feito com o 5G, que prioriza a confiabilidade para preparar o mundo para a internet das coisas.
Se nossas TVs, geladeiras, lâmpadas, computadores, celulares, videogames, caixas de som e mais um monte de dispositivo vão se conectar simultaneamente à internet, é bom que as redes sem fio estejam prontas para abrigar todos esses aparelhos.
O grande desafio do Wi-Fi 6 é a popularização. Com os primeiros dispositivos certificados e com suporte à nova tecnologia começando a chegar às lojas a partir do ano que vem, vai demorar algum tempo para que as redes pelo mundo sejam atualizadas. Mas é fato: a sua próxima rede Wi-Fi vai deixar mais gente usar internet ao mesmo tempo, sem que ninguém seja prejudicado.
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Brasil firma acordo com Espanha para a formação de professores
Agência Brasil - O Brasil firmou um acordo com a Espanha para formação de professores e gestores, intercâmbio de estudantes e docentes e promoção de pesquisa em educação. Hoje (8), o ministro da Educação, Rossieli Soares, e o embaixador da Espanha no Brasil, Fernando García Casas, assinaram um memorando de entendimento que prevê diversas ações de formação para difundir idioma e cultura, além de construir conhecimento em ambos países. A realização dos projetos terá apoio da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI).
“Nossas raízes linguísticas são muito próximas e temos muito a compartilhar. A língua não pode ser uma barreira. Temos muito conhecimento científico em ambos países. Temos muito a compartilhar sobre educação básica, formação de professores, gestão, e tantos outros pontos”, diz Soares.
O acordo prevê intercâmbio em áreas de formação docente e tecnologias pedagógicas; intercâmbio de estudantes de graduação, mestrado e doutorado; formação de docentes e pesquisadores; seminários, workshops e conferências, entre outras ações. A execução dependerá, segundo o texto assinado, da disponibilidade de recursos.
“O memorando será motor para a geração de conhecimento científico, para que sejam compartilhados não somente em inglês, mas em português e espanhol”, disse Casas. O embaixador ressalta que Brasil e Espanha já são próximos. Cerca de 150 mil espanhóis residem no Brasil e mais de 100 mil brasileiros estão na Espanha, segundo ele.
No âmbito da OEI, o acordo firmado está alinhado ao Programa Ibero-Americano de Difusão da Língua Portuguesa, que foi apresentado e aprovado pelos ministros de Educação dos países que compõem o grupo. “A nossa tarefa é, junto com os ministros de Educação dos países, executar tudo que é necessário para o projeto. Trabalhar com formação de docentes, propostas curriculares, com intercâmbio cultural”, diz o secretário-geral da OEI, Mariano Jabonero.
Espanhol nas escolas
A expectativa é que o projeto de cooperação seja expandido para outros países, sobretudo os países vizinhos do Brasil, o que possibilitará levar educação bilíngue para escolas de fronteira e para outras regiões do país. Segundo Soares, a intenção é oferecer essas aulas em cerca de 30 a 40 escolas de fronteira e, posteriormente, beneficiar regiões com altos índices de imigração, como São Paulo.
“É importante para que a gente conviva e aprenda com nossos vizinhos, da mesma forma, não só olhando para a língua, mas entendendo como funciona do outro lado, qual a história, cultura, aquilo que vem do povo”, diz Soares. Ao mesmo tempo que as escolas brasileiras terão a oferta de espanhol, as escolas dos demais países que participarem do projeto terão português.
O ministro diz que todos os países vizinhos do Brasil foram procurados. A experiência deve começar pela Colômbia. Amanhã (9), o ministro visita a região de fronteira e reúne-se com representantes do governo colombiano. Argentina e Uruguai deverão ser os próximos a firmarem um acordo, segundo Soares.
Nova certificação
Também para difundir a língua portuguesa, Soares diz que está em discussão uma nova certificação do idioma, que envolverá toda a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), grupo formado por Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Atualmente, o Brasil tem o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celp-Bras), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aplicado uma vez por ano.
“É interesse dos outros países que tenhamos também um processo de certificação mais amplo que fortaleça nossa língua”, diz o ministro. O Celp-Bras e demais certificações nacionais continuarão existindo. “Será como a língua inglesa, que tem diversas possibilidades de certificações diferentes, com origens diferentes e testagens diferentes. O que importa é qual instituição aceita a certificação”.
Fonte:https://www.acordacidade.com.br/noticias/202605/brasil-firma-acordo-com-espanha-para-a-formacao-de-professores.html
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Robôs em forma de animais podem "invadir"
fábricas no futuro
A Festo, uma empresa especializada em automação
industrial apresentou na última semana, durante evento para jornalistas em São
Paulo, dois protótipos robóticos e cuja tecnologia reproduz o movimento dos
animais. Com isso, eles conseguem realizar tarefas cotidianas em fábricas, como
segurar, movimentar, posicionar produtos e controlar processos.
Os robôs foram desenvolvidos por uma divisão da
companhia chamada Bionics Learning Network. Ela estuda os movimentos dos
animais e aprende com eles para desenvolver equipamentos que podem ser
utilizados para facilitar o dia a dia na indústria.
No evento, a companhia apresentou o Air Jelly, um robô
inspirado no movimento das águas-vivas e que
desliza pelo ar com a ajuda de seu atuador elétrico central e de um
sistema mecânico inteligente. Este Bionic é controlado remotamente e mantido no
ar por um balão cheio de gás hélio. Sua única fonte de energia são duas
baterias de polímero de íon-lítio conectadas ao atuador elétrico central. Ele
poderá ser usado, por exemplo, no monitoramento de lavouras e transportar peças
dentro de uma fábrica.
Já as eMotion Butterflies são borboletas artificiais
que, para serem mais próximas da realidade quanto possível, apresentam uma
eletrônica altamente integrada. Elas são capazes de ativar as asas
individualmente, e assim, implementar os movimentos rapidamente. O sistema que
dá origem ao robô foi pensado para realizar movimentações autônomas. Os
sensores conversam com câmeras ao seu redor e, dessa forma, um carro autônomo,
por exemplo, consegue desviar de obstáculos sem o auxílio de qualquer tipo de
controle externo.
Ainda que algumas das tecnologias implementadas nos
Bionics não virem uma aplicação na indústria, o conceito aprendido com ele pode
virar um produto que, uma vez desenvolvido, pode ser vendido para outras
empresas, bem como a patente, que pode ser aplicada em outro tipo de indústria.
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
sábado, 3 de novembro de 2018
Carros da Tesla poderão seguir seu dono “como
um pet”, de acordo com Elon Musk
Com o ano caótico que
Elon Musk vem tendo, todos esperavam que ele passasse a pegar mais leve ao
fazer grandes promessas no Twitter. Todos, menos o próprio Musk: em uma série
de publicações na rede social de microblogs, o CEO da Tesla Motors assegurou
que, daqui a seis semanas, uma evolução da tecnologia “Summons” dos automóveis
da montadora será disponibilizada.
A “Summon” é uma
função dos carros da Tesla, que permite aos seus motoristas controlar os
automóveis pelo smartphone. Atualmente, o recurso permite que você dê “ordens”
ao carro, como andar de marcha ré ou para frente (para entrar e sair de
garagens e vagas, por exemplo), mas Musk garante que, em pouco mais de um mês,
o automóvel seguirá o usuário “como um pet” ao manter pressionado o botão de
summon do app.
Mais além, Musk
também diz que os carros da Tesla serão totalmente controláveis “tal qual um
carrinho de controle remoto gigante”, mas condiciona esta parte ao veículo e
motorista estarem nas suas respectivas linhas de visão, provavelmente para fins
de segurança (você não tentaria fazer a curva sem ver a curva, certo?).
Finalmente, Musk
fechou os anúncios dizendo que a sua expectativa é a de que, para o ano que
vem, a mesma função recebe outros upgrades, ao ponto de fazer com que os carros
da Tesla sejam capazes de, sozinhos, entrar e sair de estacionamentos,
procurar, encontrar e estacionar em vagas, bem como sair delas, fechando um
pacote de controle autônomo digno de um filme de ficção científica.
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Paraplégicos podem voltar a andar recebendo
estímulos elétricos, diz estudo
Uma nova
descoberta da ciência está fazendo algo digno de milagres: um novo implante
espinhal está ajudando paraplégicos a voltarem a andar. A nova técnica foi
criada por uma equipe de médicos e pesquisadores da Suíça, liderados pela neurocientista
Grégoire Courtine, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, e pela
neurocirurgiã Jocelyne Bloch, do Hospital universitário da cidade. A técnica
consiste em implantar eletrodos na medula espinhal lombar dos pacientes,
estimulando o local com impulsos elétricos.
Essa é a
primeira experiência da equipe com humanos, que já obteve sucesso nos testes
com ratos, em 2014, e com macacos, em 2016. Participaram da experiência três
pacientes de diferentes faixas etárias: David Mzee, de 28 anos; Ger-Jan Oskam,
de 35 anos; e Sebastian Tobler, de 47 anos — todos vítimas de acidentes que os
fizeram perder o controle total dos membros inferiores.
Apesar de não
ser a primeira equipe a apresentar sucesso nessa empreitada (outros dois grupos
dos Estados Unidos já apresentaram estudos semelhantes em setembro), a técnica
utilizada pela equipe suíça não é a mesma dos estudos estadunidenses. Enquanto
a equipe científica da América utiliza a estimulação contínua da medula
espinhal, a equipe europeia usa sensores nos pés dos pacientes, que avisam
quando o usuário está tentando se mexer para que os implantes enviem os pulsos
elétricos que irão facilitar o movimento.
De acordo com o
neuro-engenheiro Eduardo Martín Moraud, que fez parte da equipe suíça durante
os testes em ratos e macacos, a vantagem dessa técnica de enviar os pulsos
elétricos somente quando necessário facilita a reativação das conexões nervosas
que permanecem na medula espinhal lesionada, permitindo que, com o tempo, os
pacientes recuperem em maior ou menor grau o controle voluntário dos membros,
mesmo sem a utilização do implante.
Os resultados da
pesquisa foram publicados na quarta-feira (31) nas revistas Nature e Nature
Neuroscience, e revelam que os pacientes do estudo não só conseguiram andar
novamente com a ajuda de um andador, como após cinco meses de tratamento os
três recuperaram parte do controle voluntário dos membros paralisados,
conseguindo mexê-los mesmo com o implante desligado.
Apesar dos
resultados positivos, os pesquisadores alertam que ainda é cedo para saber se o
tratamento realmente é efetivo, pois não se sabe ainda como os pacientes irão
lidar com um ambiente fora do laboratório e nem se os pulsos elétricos na
medula terão algum efeito colateral no longo prazo. Bloch lembra que o que a
pesquisa revela não é um tratamento definitivo para lesões na medula espinhal,
mas uma prova do conceito de que as lesões no local não são uma barreira
intransponível da medicina, e que é possível reativar as terminações nervosas
tidas como mortas após intensas sessões de exercício e reabilitação com
estimulação elétrica.
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