segunda-feira, 30 de abril de 2018

Por que uma fábrica chinesa cria mais de 6 bilhões de baratas por ano?

Você pode achar baratas nojentas ou até ter medo delas, mas nem em toda parte do mundo uma aparição surpresa do inseto é capaz de fazer alguém gritar ou até mesmo subir na cadeira. Na China, a relação entre homens e baratas é bem diferente, e bilhões delas são criadas em fábricas todos os anos. Por incrível que pareça, até um sistema de inteligência artificial especifíco foi criado para garantir o "bem-estar" delas, e tudo em nome da medicina.


Uma questão de saúde pública 

Enquanto por aqui as baratas são normalmente ligadas a doenças, na China elas podem ser tratadas como remédios. Em algumas regiões do país, elas já eram tradicionalmente usadas em forma de pó como parte de poções medicinais caseiras destinadas a uma série de problemas no organismo humano, mas a intensa industrialização chinesa tratou de levar o ingrediente farmacêutico a outro patamar.

De acordo com relatório oficial, a fábrica já arrecadou cerca de 700 milhões de dólares com a venda de medicamentos produzidos a partir de baratas esmagadas. Segundo os fabricantes, o resultado é uma espécie de chá levemente adocicado com um aroma que lembra peixe. Sua ação combate, principalmente, problemas gástricos e respiratórios, e o governo diz que mais de 40 milhões de pacientes foram curados graças a sua fórmula.

O poder da barata

Remédios não são desenvolvidos sem que antes inúmeras pesquisas sejam realizadas. Na China não é diferente, e estudos revelaram que a composição do inseto rico em proteínas pode ter efeitos rejuvenescedores nos seres humanos. Sua química é capaz de ajudar na recuperação de tecidos danificados, como o de queimaduras ou de inflamações estomacais, por exemplo

“A poção está longe de ser uma panaceia. Ela não tem poderes mágicos sobre todas as doenças, mas seus efeitos sobre certos sintomas são bastante conhecidos e confirmados pela ciência molecular. Por isso, agora ela é utilizada em grande escala”, explicou um dos pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Médicas de Pequim.

O barato não sai caro

Com um custo de produção muito mais baixo que o de outros medicamentos que combatem os mesmos sintomas, o soro de barata tem ganhado cada vez mais força no mercado farmacêutico chinês. Hoje em dia, a opção é utilizada em mais de 4 mil hospitais e pode ser encontrada em milhares de farmácias espalhadas pelo país.

“Nossa droga é utilizada há anos em diversos hospitais e já conquistou um enorme número de fãs. Eles sabem que ela é feita de baratas. É um inseto nojento, mas dificilmente você encontrará outro remédio com os mesmos efeitos a preços tão acessíveis”, contou Han Yijun, representante da Gooddoctor, grupo farmacêutico responsável pela fórmula.

E se você está pensando que, com toda essa ciência e tecnologia, o remédio é feito
a partir de uma super raça mutante de baratas selecionadas a dedo, saiba que elas são do tipo Periplaneta americana, ou seja, iguaizinhas as que você acertou com chineladas outro dia.


Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mercado/129759-fabrica-chinesa-cria-6-bilhoes-baratas-por-ano.htm
Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.

Roberto Shinyashiki 

Bom dia!

sábado, 28 de abril de 2018

Relógio inteligente com projetor usa o braço da pessoa para navegação

O LumiWatch é um relógio inteligente um pouco diferente dos outros: desenvolvido por pesquisadores da Universidade Carnegia Mellon, nos Estados Unidos, ele projeta uma tela sensível ao toque no braço do usuário, permitindo o uso da pele como forma de controlar o aparelho.

O projetor posicionado em uma das laterais do smartwatch é capaz de exibir uma tela com 40 cm², o que, segundo os pesquisadores, é cinco vezes maior do que a área da interface típica de relógios inteligentes.

Enquanto a imagem é projetada em um braço, o usuário pode usar a outra mão para realizar ações no dispositivo, como deslizar o dedo no braço para desbloquear o relógio.
Além do projetor, o LumiWatch conta com processador Qualcomm quad-core de 1,2 GHz, 768 MB de RAM, 4 GB de memória flash e uma bateria de 740 mAh, além de conectividade Bluetooth, Wi-Fi. O sistema operacional é o Android 5.1.

Ele ainda não existe como produto final, mas os criadores estimam que o LumiWatch poderia custar cerca de US$ 600, com base no protótipo já produzido.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/relogio-inteligente-com-projetor-usa-o-braco-da-pessoa-para-navegacao/75758
É preciso que você coloque filtros em sua vida, e ao receber as notícias, sejam elas quais forem, analisar e rapidamente descartar o que não for realmente importante para sua caminhada.

Bom dia!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Golpe no WhatsApp usa Bolsa Família para roubar dados de usuários

Um novo golpe está sendo aplicado pelo WhatsApp e tem os beneficiários do Bolsa Família como principal alvo de uma campanha de instalação de malware e roubo de dados. Uma mensagem, que chega através de contatos conhecidos do próprio mensageiro, indica a possibilidade de recebimento de uma quantia de quase mil reais pelos atendidos pelo programa, levando as vítimas a baixarem softwares maliciosos e comprometerem a segurança de seus aparelhos móveis.

O alerta foi feito pela PSafe, que afirma que pelo menos 600 mil pessoas foram atingidas pelo golpe somente nesta semana. E esse número indica só o total de vezes que os softwares de segurança da empresa bloquearam o acesso aos sites maliciosos administrados pelos golpistas, o que indica que a amplitude da campanha focada em roubo de dados pode ser muito maior.

A mensagem compartilhada pelo WhatsApp indica ao beneficiário que ele tem direito a receber R$ 954 em maio deste ano, uma informação falsa. Interessado, porém, o usuário acessa o site indicado e responde a um simples questionário sobre um possível recebimento mensal do Bolsa Família e o contato com amigos e parentes que também fazem parte do programa. Nada disso importa, na realidade, com o golpe iniciando após a máscara de autenticidade (ou não) dada por essas perguntas.

Primeiro, a vítima é incentivada a compartilhar a mensagem sobre o benefício com 10 usuários ou grupos do WhatsApp para que, somente assim, o dinheiro possa ser solicitado. Após espalhar a mensagem fraudulenta, a vítima é levada a uma página de cadastro onde não apenas insere os dados, mas também é levada a baixar aplicativos maliciosos voltados para amplificar o alcance do golpe e comprometer a segurança do celular ou tablete usado para acesso.

De acordo com Emilio Simoni, diretor do laboratório de segurança digital dfndr lab, a popularidade do WhatsApp e também do Bolsa Família deve amplificar consideravelmente o golpe. A marca de 600 mil pessoas atingidas apenas nas primeiras 24 horas de circulação da campanha criminosa já é uma demonstração disso, com o número devendo aumentar significativamente ao longo dos próximos dias.

Ofertas desse tipo são a galinha dos ovos de ouro dos hackers, que utilizam tais promessas de dinheiro fácil ou benefícios do governo como armadilha para atrair usuários incautos. Quando a mensagem vem de contatos reconhecidos, então, a eficácia da tentativa aumenta ainda mais, aumentando a quantidade de vítimas e, também, o sucesso das explorações financeiras posteriores oriundas da instalação da praga.

Para se manter seguro, além de sempre ter softwares de segurança e antivírus ativados tanto no computador quanto no celular ou tablet, o ideal é manter o desconfiômetro ligado. Suspeite de mensagens desse tipo, mesmo que elas tenham sido enviadas por amigos ou familiares – comunicações desta categoria dificilmente são feitas por meios eletrônicos.

Na dúvida, procure por mais informações sobre a questão na internet e evite acessar o site indicado na mensagem. Caso esteja curioso e acabe fazendo isso, evite compartilhar as informações, para não ajudar a disseminar a praga e, acima de tudo, jamais entregue dados a sites suspeitos ou realize o download de aplicativos ou atualizações a partir de tais fontes.

Fonte:


Bom dia!

"Quem vive a própria vida tem mais vida vivida."

quinta-feira, 26 de abril de 2018

WhatsApp agora é proibido para menores de 16 anos na Europa

O WhatsApp aumentou de 13 para 16 a idade mínima que exige que seus usuários tenham para que eles possam utilizar o aplicativo. A mudança, segundo a Reuters, vem como parte de uma atualização dos termos de serviço e políticas de privacidade que o app está realizando para responder à nova legislação europeia de privacidade de dados.

As novas regras começam a valer no dia 25 de maio. Quando os usuários entrarem no aplicativo depois dessa data, precisarão confirmar que têm 16 anos ou mais. A empresa ainda não deixou claro como pretende confirmar que os usuários têm de fato a idade que declaram ter. No entanto, dada a quantidade relativamente pequena que ela coleta de seus usuários, é possível que ela aceite a idade auto-declarada.

Em um post feito no blog do WhatsApp, a empresa ressaltou outras mudanças que pretende fazer para se adequar às novas leis europeias. No post, a empresa também deixa claro que "estabeleceu uma entidade dentro da União Europeia para atender aos novos e altos padrões de transparência" daquela legislação. Segundo a Reuters, a empresa também pretende permitir, no futuro próximo, que seus usuários façam download de todos os dados que o WhatsApp tem sobre eles.

Mais mudanças

No post do blog do WhatsApp, a empresa também indica outras alterações que pretende implementar no futuro. Novamente, o aplicativo deixa claro que gostaria de compartilhar os dados de seus usuários com o Facebook - "vamos mantê-lo atualizado enquanto desenvolvemos nossos planos", diz o post. Outra mudança que deve vir em breve é no sistema de denúncias de contas abusivas ou de spam.

"Quando recebemos denúncias sobre pessoas mal-intencionadas enviando mensagens indesejadas (...) trocamos informações e podemos tomar medidas, como inclusive bloqueá-las" diz a empresa. O bloqueio pode ocorrer tanto no WhatsApp quanto no Facebook como um todo, dependendo de cada caso.

Com relação ao resto do mundo, a idade mínima para usar o aplicativo não deve ser alterada. Outros recursos do app, como a criptografia de ponta a ponta entre todas as mensagens trocadas, também deve seguir funcionando da mesma maneira.

Fonte:


"Desacelere. A vida merece atenção. Se tiver pressa, que seja de ser feliz. Bom dia!"

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Proteste diz que operadoras burlam proibição da cobrança do ponto extra de TV

A Proteste vai pedir para a Anatel proibir a cobrança pelo ponto adicional na TV por assinatura. A associação de defesa dos consumidores diz que as operadoras estão burlando uma resolução da Anatel que não permite a prática, e quer que a agência pressione as operadoras.

Em nota, a Proteste acusa as operadoras de cobrarem o ponto adicional mesmo que a Anatel proíba isso. A associação diz que, apesar de não ter cobrança extra pelo ponto em si, o aluguel do "equipamento habilitado" - o decodificador ligado à TV - burla a regra estabelecida pelo órgão regulador.

Ainda segundo a Proteste, as operadoras "deveriam fornecer o sinal a qualquer equipamento homologado pela ANATEL, mas só é possível obter o aparelho certificado por meio das operadoras de TV por assinatura", obrigando o consumidor a pagar pelo segundo ponto.

A associação lembra que existe um Projeto de Lei em São Paulo para proibir a prática - é o PL 844/2017 da Assembleia Legislativa de São Paulo, de autoria do deputado José Américo (PT-SP), que permite a cobrança de aluguel do decodificador, mas também exige que o consumidor possa escolher um aparelho por conta própria.

Fonte: https://olhardigital.com.br/noticia/proteste-diz-que-operadoras-burlam-proibicao-da-cobranca-do-ponto-extra-de-tv/75720
É preciso escolher o caminho a ser percorrido na vida com sabedoria.

Boa Noite!

terça-feira, 24 de abril de 2018

Cabo ou Wi-Fi: qual a melhor opção de internet para você?

Ao configurar uma rede, você já deve ter parado para pensar por que algumas atividades funcionam tão bem no Wi-Fi, e outras não. Esse assunto acaba se estendendo até por qual tecnologia devemos optar para o nosso cotidiano.

O Olhar Digital traz aqui um comparativo entre as duas formas de conexão, mostrando quais são os principais pontos fortes e fracos para cada uma delas, tal como exemplos de onde usá-las. Assim, você conseguirá decidir qual é a melhor opção para a sua necessidade.

Velocidade

O Wi-Fi teve um começo com conexões bem lentas, já que o padrão adotado na época não era tão robusto quanto o que temos hoje. Na época, os primeiros modelos de roteadores trabalhavam, em sua maioria, com a velocidade máxima de 54 Mbps.

Nos últimos anos, graças a evolução da tecnologia e os novos padrões que surgiram em 2009, tornou-se possível obter velocidades melhores para conexões Wi-Fi. Veja abaixo a diferença entre os principais protocolos usados hoje:

    802.11a: Funciona na frequência 5Ghz e alcança até 54Mbps de velocidade, mas tem dificuldade para propagar o sinal em ambientes com obstáculos;
    802.11b: Trouxe uma conexão mais estável ao usar a frequência 2.4Ghz, mas alcança no máximo 11Mbps de velocidade;
    802.11g: Alcança até 54Mbps de velocidade na frequência 2.4Ghz, e é muito utilizado devido ao seu baixo custo para ser implementado;
    802.11n: Mudou algumas técnicas e mecanismos de transmissão que permitiram alcançar 600Mbps de velocidade;
    802.11ac: Uma melhoria dos protocolos anteriores que ao fazer uso da frequência de 5Ghz, consegue fornecer velocidades até 866.7Mbps.

Embora o Wi-Fi tenha evoluído bastante, este tipo de conexão ainda apresenta velocidades inferiores às entregues via cabo. Nesse tipo de rede, é possível obter velocidade de até 10Gb/s ao utilizar um cabo Cat6 mais avançado. Entretanto, o equipamento mais comum é o Cat5e, que consegue entregar até 1Gb/s de velocidade, um pouco mais que as conexões sem fio.

Diferente do Wi-Fi, as redes cabeadas sofrem menos com instabilidades causadas por fatores externos, conforme explicaremos a seguir. Entretanto, há interferências por outros fatores, como o comprimento do fio. Por exemplo, o cabo Cat6 só consegue entregar a sua velocidade máxima se tiver menos de 55 metros. De qualquer forma, as redes cabeadas acabam sendo uma melhor opção para quem procura velocidade.

Latência e estabilidade

Ao fazer um download via Wi-Fi, você já deve ter notado que a velocidade nem sempre é a mesma das que são feitas pelo cabo. Esta inconsistência se deve a fatores externos que prejudicam o Wi-Fi, como interferências na frequência na qual o roteador trabalha. Esse problema pode ser causado por diversos aparelhos domésticos que, mesmo não criando rede, podem interferir diretamente na qualidade do sinal.

A maioria dos roteadores, antigamente, traziam apenas a frequência 2,4 GHz, popular em aparelhos Bluetooth e telefones sem fio. Embora este ainda seja o padrão mais utilizado, equipamentos com frequência de 5 GHz tem se popularizado nos últimos anos. Por não ser utilizadas por outros aparelhos, essas redes acabam tendo uma estabilidade maior e sofrem menos interferência.

Não bastasse a interferência das frequências, o Wi-Fi também trabalha por canais. Quando o seu modem está em um lugar com muitas outras redes, por exemplo, não é incomum que os canais mais populares acabem congestionados. Veja a imagem abaixo.

Através do gráfico, é possível ver que existem muitas redes trabalhando em um mesmo canal. Isto acontece devido a maioria das fabricantes já deixarem os seus roteadores pré-definidos para trabalhar nos canais 1, 6 e 11. Note que os canais 2, 3 e 4 têm poucas redes ativas, e assim seriam opções mais indicadas por terem menos interferência.

Outro fator que interfere muito na qualidade de uma conexão Wi-Fi é o lugar onde está posicionado o roteador, as paredes ao seu redor e até o tipo de antena utilizada. Neste aspecto, é importante estar atento ao dBi da peça de transmissão. Uma antena de 12 dBi, por exemplo, pode se sair bem ambientes grandes e abertos, mas não teria a mesma eficiência que uma antena de 7 dBi em um local com mais de um andar.

Na parte de redes via cabo, todos esses fatores externos não importam tanto, uma vez que você consegue cabear o seu ambiente, e passa por obstáculos sem tanta interferência. Isso lhe garante uma maior estabilidade que deixará a sua conexão melhor, consequentemente tendo uma velocidade maior e mais estável.

Segurança

Quando estamos em uma rede Wi-Fi, nós infelizmente não podemos ter tanto controle quanto em uma rede cabeada. Ao implementá-la, tal como em qualquer rede, você ainda define qual o protocolo a ser utilizado, como o WPA ou o WPA2. O WPA3 que trará mais segurança ainda não foi implementado, e está sob desenvolvimento.

Diferente da rede cabeada, que exige a presença física para o acesso e a conexão com o fio, o Wi-Fi confia apenas na senha para a proteção. Além disso, uma vez que alguém obtém acesso à sua rede, a pessoa conseguirá conectar novamente a ela quando estiver próximo até que você tenha mude sua palavra-passe ou bloqueio o equipamento da pessoa no roteador.

Além do cenário acima, há diversos tipos de ataque que podem ser executados remotamente para tentar quebrar uma chave de criptografia no Wi-Fi. Ainda no ano passado, explicamos como funciona a vulnerabilidade do Krack, que está presente no protocolo mais utilizado hoje, o WPA2.

Aqui, mais uma vez, a rede cabeada acaba se sobressaindo em relação a Wi-Fi. Para alguém tentar fazer o ataque na sua rede cabeada, a pessoa precisaria ter acesso em algum ponto físico a ela. Ainda assim, é possível criar etapas adicionais de segurança nesses casos, como a restrição de endereços MAC desconhecidos e a exigência de login.

Uso no dia-a-dia: Wi-Fi ou cabo?

Apesar de todos os pontos fortes e fracos citados de cada tipo de conexão, é bastante importante que o indivíduo reflita sobre os seus objetivos ao montar uma rede de Internet. Afinal, há casos em que, mesmo com vulnerabilidade e compromissos à velocidade, o Wi-Fi pode ser uma opção vantajosa em relação ao cabo.

Se você utiliza a internet para atividades de lazer, como o streaming de vídeos, músicas e navegação em sites, por exemplo, o Wi-Fi conseguirá atender a sua necessidade sem grandes problemas. Mas se você precisa de mais estabilidade para jogar online, fazer grandes transferências de arquivos ou até mesmo streaming de vídeos em resoluções muito altas, a opção cabeada tende a ser a melhor por conta de sua estabilidade e perda de pacotes menor.

Enfim, ambos os tipos de rede conseguem entregar boas velocidades e com segurança. A escolha deve estar baseada na atividade você realizará. Na dúvida, é possível montar uma rede mista com conexão cabeada para equipamentos com maior demanda e rede Wi-Fi para dispositivos menos exigentes, como telefones e notebooks.

Fonte: