A
Chapecoense tentou fretar um avião para fazer a viagem direto para Medellín,
mas foi impedida pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O clube havia
planejado sair de São Paulo e fazer uma escala na Bolívia. A mesma medida foi
tomada quando o time viajou à Colômbia para enfrentar o Junior Barranquilla,
quando o órgão não permitiu.
Alguns
atletas da Chapecoense não viajaram com a equipe. A lista inclui os seguintes
jogadores: Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo
e Rafael Lima. Eles não vinham sendo utilizados pelo treinador Caio Júnior.
Entre todo o time, o goleiro Nivaldo é o mais antigo do elenco e está no grupo
desde que a equipe estava na Série D.
O
prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, também não estava no voo. Ele estava na
lista como convidado do clube para a viagem à Colômbia. Mais dois integrantes
da lista, Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, também não estavam na aeronave. Ambos
cuidam da logística do time, chegaram antes e estavam no aeroporto para o
receptivo.
Com
a impossibilidade de fretar um avião, o elenco catarinense embarcou no
aeroporto de Guarulhos nesta segunda-feira, em um voo comercial. A decolagem
ocorreu às 15h15, com chegada à meia-noite (horário de Brasília). O avião da
Chapecoense saiu de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, rumo a Medellín na
noite desta segunda-feira.
O
avião que transportava a delegação da Chapecoense, para Medellín, local do
primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana, desapareceu do radar e sofreu
um acidente em Cerro Gordo, nas cercanias da cidade de La Unión. (Folhapress)
O Brasil de luto, dura realidade.
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